domingo, 20 de março de 2016

Orgia no planalto central

E no final  (se eh que terá um final) dessa jogatina de "xadrez" - imunda -, repleta de pedras podres e limitadas, de movimentos mal calculados, quantos irão cair de ambos os lados? A luta travada no cenário político certamente não é  pela vitória da democracia - quando o objetivo principal do jogo deveria ser -, mas sim por uma disputa pessoal entre interesses de peões num tabuleiro que não há reis nem rainhas. A luta é do poder pelo poder, quando deveria ser pelo bem estar da população. A briga é para o sujo tirar o seu da reta, quando deveria na verdade ser pelo cumprimento dos preceitos, direitos e garantias fudamentais da constituição. A luta deveria ser, acima de tudo, por ordem e progresso - em respeito e amor ao país, aos honestos, aos dignos, pela valorização do nosso solo, e dos recursos naturais de uma terra tão abençoada -. Mas ao contrário disso acompanhamos vergonhosamente cenas de uma novela sem desfecho nobre. Capitulos narrados com desespero, envolvendo protagonistas e coadjuvantes com suas articulações alvoroçadas nos bastidores de becos fetidos. Mas felizmente estamos deixando de ser apenas telespectadores de uma batalha sangrenta entre corruptos desesperados, que querem a todo custo passarem despercebidos nas delações, que querem ser esquecidos nos escandalos de desvios, de peculato, de troca de favores, etc. É necessario um basta. A luta também é  nossa! Somos atingidos diretamente. E por isso, o anseio é de que justiça seja feita a curto prazo, sem privilégios. Que ela possa atingir a todos os culpados, principalmente os grandes mentores dessa desordem. Que possamos nesse período turvo estar gravando mais um marco na história do Brasil - positivo. Sejamos também agentes modificadores. Que a consciência política amadureça no país, e que todo esse escandalo sirva de exemplo, de educação para os nossos próximos políticos, para nossas próximas gerações.

terça-feira, 15 de março de 2016

Gravatas sujas... de propina.

Eu vejo o futuro repetir o passado... E a piscina do planalto central mais uma vez cheia de ratos... o povo cansado de correr em direção contrária, dispara metralhadora cheia de indignação e mágoas contra seu pódio roubado por ladrões, enganadores, por gravatas sujas. Chega de quererem beijar-nos como se a população fosse sua amante, chega de falsas promessas, chega de punhaladas pelas costas, chega de negociatas. A derrota há de chegar para aqueles que o tempo pára e se perdem na própria mentira, nas próprias idéias - unilateralmente vantajosas. Falsa ideologia semeada aos ignorantes, aos pobres aculturados. Mas não se enganem, a população não está derrotada, os dados ainda estão rolando, e nesse caso não se trata de sorte - só de tempo -, pois assim como dos dados, cabeças vão rolar (talvez dedos).
O povo é um colosso que sobrevive em meio aos arranhões, aos cortes e às mortes. Somos mais fortes, queremos ver um museu cheio de novidades. Gente digna de pedestais, gente apta a subir no topo e transformar um cenário degradante em prosperidade. Ainda não há data certa para comemorar, mas há de estar próxima a vitória de um povo naturalmente raçudo, que de par em par suporta frio, calor e dores... Nós somos brasileiros!! 

Façamos o achado de uma agulha num palheiro, num exemplo de esperança. Transformemos a forja dessas palhas em novas agulhas, como uma metáfora para a multiplicação de ideais límpidos, em espírito coletivo. Sejamos agentes transformadores/modificadores. 

Não se trata de matar, nem de morrer. Se trata de exigir justiça, punição e o devido cumprimento do dever legal.

Àqueles que sujam suas gravatas, é fácil rotular o povo, subjugá-lo, menosprezar seu tamanho, seu instinto de sobrevivência, sua força de vontade. Mas esses mesmos gravatas sujas se esquecem que foram - eles - os principais a transformarem o Brasil em um puteiro lotado de ignorantes - pois assim se ganha dinheiro mais fácil, não é mesmo? Gravatas ladras, preconceituosas, interesseiras e viciadas em propina, lembrem-se:

É na adversidade que a terra levanta-se contra teus filhos bastardos, os pune, e mostra para os legítimos tua grandeza, como o espelho de um futuro próximo e próspero. 

NÓS SOMOS BRASILEIROS!